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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Neste dia tão especial para nós campo grandenses e aqueles que aqui residem ai vai um pouquinho de nossa história...

Primeiro edifício de Campo Grande

Foto
 Edificio Olinda em 1965 e em 2010 (Ontem e Hoje) - Fotos: ARCA/MS e Álvaro Barbosa

O primeiro edifício de Campo Grande, construído em 1947, e que ficou abandonado por décadas, começa enfim, a ser restaurado. Trata-se de uma importante edificação histórica da cidade, cujo tombamento pelo Iphan, já deveria ter sido realizado.
Campo Grande começou a se desenvolver e a se modernizar entre as décadas de 40 e 50, quando foi erguido o primeiro edifício da cidade, de cinco andares. O Edifício Olinda, localizado na região central, na esquina da Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de julho, foi projetado pelo engenheiro Otávio de Mendonça Vasconcelos, e construído em 1947, dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, pelo engenheiro Amélio Baís, a pedido do comerciante Nemtalla Sadala.
           O comerciante Sadala pretendeu com a construção do prédio, o qual possuía inclusive um elevador, novidade na cidade de Campo Grande entre as décadas de 40 e 50, transformar o prédio, localizado na região central do município, em salas de escritórios.
O Edifício Olinda já abrigou importantes empresas e, inclusive, órgãos militares, como a Auditoria da 9ª Região Militar (Exército, Marinha e Aeronáutica), e por décadas foi o principal edifício de Campo Grande, e considerado o mais alto da cidade. No térreo havia um enorme salão, onde foi instalado o Bar Cinelândia, com mesas na calçada, e onde se reunia a clientela mais seleta da época.
  Era considerado um dos pontos mais freqüentado da cidade, devido à proximidade com um dos principais cinemas de Campo Grande, o Cine Alhambra, outro prédio histórico, que hoje já não existe mais, pois foi demolido na década de 70, para dar lugar a um hotel, cuja obra nunca foi concluída.
Segundo o arquiteto e historiador Marcos Oliveira Nogueira, o Edifício Olinda apresenta traços modernos e arrojados em sua arquitetura, novidades para a época, com a adoção de planos frontais retos e aberturas de janelas definindo a composição das fachadas, marcadas pela verticalidade.
A construção é sólida, e ainda hoje, está em bom estado de conservação, apesar de ter passado décadas em total abandono. Na época em que foi erguido, foi pintado na cor branca, e custou para seu proprietário, cerca de mil contos de réis.
          Nas décadas seguintes outros prédios maiores foram surgindo na cidade, como o Edifício Itamaraty, construído ao lado do “Olinda”, mas que mesmo assim, não tirou o brilho do primeiro, e nem a sua importância.
Por décadas o imóvel ficou abandonado, e a porta de entrada foi lacrada, tendo sido colocado um banco de taxistas a sua frente, impedindo a entrada de curiosos. Mesmo assim, a loja que anteriormente abrigara Bar Cinelândia, hoje funciona uma farmácia.
A equipe de reportagem do Campo Grande esteve nessa farmácia em busca de informações sobre o atual proprietário, mas os funcionários do estabelecimento não souberam informar o seu nome, informando apenas que o prédio havia sido alugado para uma clínica odontológica, que funciona ao lado.
Na clínica, os funcionários informaram que o prédio era de responsabilidade de um empresário chamado Marcelo, mas eles não quiseram fornecer o telefone. Também disseram que o Edifico Olinda não foi alugado pelo proprietário do estabelecimento.
No entanto, os repórteres do Campo Grande Notícias puderam observar que operários já estavam no prédio realizando as primeiras obras de reforma do mesmo, sendo que eles não quiseram conversar com a equipe de reportagem.
O primeiro edifício de Campo Grande, que é um prédio histórico, e que possui uma importância significativa para a cidade, ainda não foi tombado pela Prefeitura Municipal, e nem mesmo pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
De acordo com as informações do técnico em arqueologia do IPHAN, Divaldo Rocha Sampaio, o Edifício Olinda é um patrimônio municipal, ou seja, da Capital sul-mato-grossense e, portanto, o Instituto, que é um órgão federal, só pode realizar o tombamento de prédios e/ou edificações que tenha relevância a nível de Brasil.
Já o tombamento de prédios históricos a nível municipal é de competência da Fundação Municipal de Cultura (FUNDAC), e segundo a listagem do órgão, o Edifício Olinda não consta na relação de prédios tombados.
No entanto, segundo a Assessoria de Comunicação da FUNDAC, qualquer pessoa física e/ou jurídica, pode solicitar o tombamento de uma edificação, bastando para isso, encaminhar para a Fundação, um requerimento, informando a localização exata do imóvel, dados de sua relevância histórica (data em que foi construído, engenheiros/arquitetos que o projetaram, nome do proprietário, entre outros), além de fotos de sua fachada.
Ainda de acordo com a assessoria da FUNDAC, por determinação do prefeito Nelson Trad Filho, todas as edificações que se localizam no quadrilátero da área central de Campo Grande, são de interesse do município, e qualquer reforma e/ou demolição, precisam de autorização da prefeitura.

26 de Agosto de 1899 !

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

OFERTAS DO MES

Jogo Rápido!

Cota racial:  Em minha opnião, o atestado de Racismo por parte da própria raça que aceita isso.
Se determinada raça tem igualdade com as outras então não precisa de favorecimento com cotas.
Desculpe a franqueza, mas ja cansei de tanta hipocrisia...
Vamos realmente SER IGUAIS

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Um dos grandes escritores do nosso país...

Carlos Drumond de Andrade é autor de textos com pensamentos realmente muito bem elaborados.
Aí vai um destes para você leitor !